Instituições
Conheça as instituições e associações presentes na freguesia de Dois Portos
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R. José Silvestre
2565-189 Dois Portos
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Associação Social e Recreativa do Outeiro da Zibreira, foi fundada em 1983. A aldeia tem como padroeiro o S. José que é celebrado a 19 de março.
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Sirol
2560 Dois Portos
Sobre
Fundada em 1985, a Associação Cultural e Recreativa e Melhoramentos do Sirol, nasce de um grupo de raparigas da aldeia.
É uma entidade da freguesia de Sirol, em Dois Portos, Torres Vedras, focada no desenvolvimento cultural, recreativo e no melhoramento da localidade, atuando como um centro comunitário que organiza eventos, atividades desportivas e promove a identidade local
O Que Faz
- Cultural e Recreativo: Organiza festas, romarias (como a de N. Sra. dos Anjos), eventos culturais e atividades de lazer para os habitantes de Sirol e arredores.
- Melhoramentos: Atua na promoção de melhorias para a comunidade, contribuindo para o desenvolvimento da freguesia.
- Desporto: Possui também vertente desportiva, sendo um ponto de encontro e prática para os moradores.
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R. Dr. Hermínio Dom Ferreira 2
2565-225 Dois Portos -
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Foi fundada em 10 de Junho de 1979, tendo como seus Fundadores Eduardo da Conceição Sadio, Jaime Governo, Joaquim Januário, Miguel Fernandes, António Inácio, João Vieira Fernandes, António Manuel Governo, Emílio Mota, José Ralha, Joaquim Alemão, José Duarte Oliveira Femandes, José António Claúdio, João António Veríssimo e Mário da Costa Belchior.
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Rua da Associação
Caixaria
2565-187 Dois Portos - (Chamada para rede fixa nacional)
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261 712 749
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A Associação Recreativa e Desportiva da Caixaria foi fundada em 10 de abril de 1977.
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O Rancho Folclórico Etnográfico Danças e Cantares do Furadouro foi fundado a 13 de setembro de 2013, com a sede em Largo da Mesquita 1, Furadouro, tem como propósito divulgar o folclore e valores etnográficos do Furadouro, freguesia de Dois Portos, concelho de Torres Vedras.
Encontrando-se assim uma zona rural, rodeado por várias quintas, nas quais eram produzidos especialmente vinha.
O rancho tem vindo a participar em vários encontros de folclore de norte a sul do país, e também organizando os mesmos.
Do nosso repertório musical, fazem parte várias modas, que representam a zona saloia, tais como: Bailarico Saloio, Valsa a 2 Passos, Moda do Velho, Picadinho, Chicote, entre muitas outras.
Os trajes são diversificados, salientando os trajes de trabalho como: a ceifeira, a lavadeira, a queijeira, a padeira, o abegão e o moleiro, já nos trajes ricos temos: o domingueiro, os noivos, entre muitos outros.
Mostrando assim que o nosso grupo é muito mais que um grupo de dança, é a demonstração da alma da nossa aldeia e freguesia.
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Associação Desportiva e Recreativa “Os Sizandros”
Nasceu na Feliteira esta popular associação em 15 de Julho de 1962, numa reunião dos elementos que iriam formar os futuros Corpos Sociais. Tem actualmente 100 sócios que pagam uma cota mensal de 0.75€ (9€ anuais), sendo que os sócios “seniores” e menores de 14 anos pagam 50% deste valor.
Foram sócios fundadores Joaquim Augusto Mateus da Silva, José António Belchior Ribeiro Timóteo, João Maria Machado Brás, António Daniel da Silva Vieira, Henrique Ferreira Severino, José Ferreira Severino, João Francisco da Silva Henriques, José Manuel Fredes, António Sebastião da Silva Henriques, Manuel Cardoso Vicente, Sebastião Domingos Raimundo Ferreira Abegão, Américo Luís Marques, José António Vieira, António Pipa Ferreira, Carlos Manata Carrasqueiro e João Luís.
A maioria dos fundadores tinham o desejo de fundar uma associação desportiva, enquanto um outro grupo, entendia que se devia fundar uma associação humanitária e cultural. Entretanto na aldeia, já se praticava jogos de futebol nos campos dos lugares vizinhos. Resolveu-se então juntar as duas facções e convidar a população para um Assembleia-Geral, a qual teve lugar na Quinta do Jardim cedida gratuitamente por Aurora Correia Lopes Macário (avó de D. Manuel Clemente). A Assembleia-Geral teve lugar no dia 22 de Julho e nela foi resolvido fundar a Associação Benemérita Desportiva e Recreativa “Os Sizandros”. Foram ainda também aprovados os respectivos estatutos. Estes estatutos previam o auxílio aos Sócios em caso de doença, estes recebiam 20$00 por dia enquanto a Tesouraria pudesse suportar a despesa, tendo em conta o número de sócios doentes. Todos os sócios residentes na aldeia ou e localidades vizinhas num raio de 3km tinham direito a assistência médica, assistência que era prestada pelo Dr. Francisco Brites Moita da Ribaldeira, com o qual foi acordado uma avença, 2$00 por doente assistido. O Dr. Brites Moita prestou serviço à colectividade durante 10 anos. Muitas das pessoas, maioritariamente trabalhadores rurais, tiveram a sua primeira consulta médica depois de se tornarem sócios da associação.
Para legalizar os estatutos oficialmente, houve necessidade de mudar o nome da associação, assim deixou de ser a Associação Benemérita Desportiva e Recreativa “Os Sizandros” e passou a denominar-se apenas Associação Desportiva e Recreativa “Os Sizandros”, por escritura de 4 de Junho de 1976 – 14 anos depois da fundação.
De referir ainda que o nome “Sizandros” advém do Rio Sizandro que rasga o vale onde se localiza a aldeia da Feliteira. Rio este que é desde sempre o ex libris da aldeia, tanto para o bem (utilizado como praia fluvial no passado) como para o mal (aquando das cheias).
Sede Social
A colectividade tem sede própria. Em 6 de Julho de 1967 a direcção em exercício adquiriu uma adega e ali implantou a sua sede. Na aquisição do imóvel teve muita influencia o apoio do sócio Joaquim da Silva, dado que teve muita influência sobre o antigo proprietário Dr. Georges A. Silveira Dargent. A direcção que comprou a adega era no tempo constituída por Adriano Miranda, António Daniel da Silva Vieira e Joaquim da Silva, respectivamente Presidente da Direcção, Tesoureiro e Secretário da Direcção.
A compra foi feita com facilidades de pagamento, sendo algumas das prestações pagas em vinho.
A sede da associação possui um salão de festas com palco, camarins, gabinete de direcção, cozinha e bar. A Câmara Municipal de Torres Vedras e a Junta de Freguesia de Dois Portos ajudaram nas obras da sede cedendo matérias de construção. De referir ainda que todos os sócios ajudaram na construção quer através de contribuição monetária, quer através de mão-de-obra.
Actividades
No passado a Associação realizou os festejos em honra de Nossa Senhora das Necessidades, padroeira da aldeia e afamados bailes de Carnaval. A nível desportivo praticou futebol de 11 e Futsal, participando em alguns torneios nas redondezas. Durante 3 anos houve também ginástica. A associação efectuou anualmente a festa de aniversário, realizando almoços convívios, bailes, Rally Papers e outras actividades. Em Julho de 2009 foi criada uma equipa de BTT com apoio da Associação e da Junta de Freguesia de Dois Portos. Esta equipa foi denominada Sizandros BTT participou em várias passeios na região.
Entre 2010 e 2015, a noite de fados foi o evento com maior visibilidade e adesão.
Até à pandemia de Covid 19, a associação abria diariamente ao almoço e ao jantar devido à contribuição voluntária dos membros da actual direcção, permitindo que sócios e residentes da localidade possam conviver e usufruir dos habituais jogos de lazer (snooker, ténis de mesa, matraquilhos, cartas, dominó, etc.).
Desde 2020, a Associação está sem Direcção por falta de pessoas com vontade de participar na vida associativa e é utilizada pela junta de Freguesia como atelier de um grupo sénior.
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A Banda de Música do centro Popular dos Trabalhadores da Ribaldeira nasceu em Dezembro de 1860, saída de um grupo Polifónico da igreja dirigido pelo Padre Rosário, como seu fundador foi também o seu primeiro regente. Com a designação de “Sociedade Filarmónica da Ribaldeira”, e que se manteve até 1908, data em que o Rei D. Carlos, em visita à Ribaldeira foi recebido com música. Este facto levou o Monarca a decretar a mudança de nome para “Real Filarmónica da Ribaldeira”.
Foi efémera esta designação, por quanto, a implantação da República em 1910 logo motivou a mudança de nome passando a chamar-se “Filarmónica Republicana da Ribaldeira”, mas também aqui a longevidade do título não envelheceu e com a chegada do estado novo em 1928 mais uma vez teve de alterar o nome e passava a ser “Sociedade Filarmónica Labor da Ribaldeira”.
Motivos de associativismo levaram os dirigentes a uma nova mudança em 1953 com a filiação na “FNAT” hoje INATEL cujos estatutos específicos do sistema determinaram a designação de “Centro Popular de Trabalhadores da Ribaldeira” com o N.º 33.
Desde a sua fundação até aos nossos dias vários Maestros estiveram ligados à nossa Banda, entre os quais passamos a destacar além do Padre Rosário, Manuel António da Silva, Gonçalves, António Ramalho, António Barrocoso Dimas, Luís Agulhas, Higino de Sousa Coutinho, Américo Mateus, Carlos Alberto Teixeira Gomes, Tiago Alexandre Pedrosa Santos, Diogo Luis Spínola Correia, Marco Paulo Araújo e Silva, Hélio Pacheco Gonçalves e atualmente João Paulo Vilela Abrantes, fazendo no entanto uma referência especial ao Sr. Américo Mateus por ser um filho da Ribaldeira, os quais têm prestado uma valiosa colaboração a esta Banda para que se mantenha sempre em grande actividade.
Nas suas múltiplas atuações por diversas zonas do País são de destacar os concertos realizados em Tomar, Sintra, Nazaré, Lisboa, Vila Franca de Xira, Cacém, Óbidos, Foz do Arelho, Carregado, Mondim de Basto, Escola Superior de Turismo, Figueira de Castelo Rodrigo, Sobral de Monte Agraço, Grândola, Manteigas, Moita, Ilha de São Miguel e Ilha do Pico nos Açores além de diversas participações em Encontros e Festivais de Bandas Amadoras, dos quais destacamos o brilhante 3.º Lugar obtido em Dezembro de 2006 no Certamen Internacional de Bandes de Musica Vila D’Altea em Espanha.
A nossa Banda atualmente é composta por cerca de 40 elementos, na sua maioria jovens dos 9 aos 50 anos, dirigidos pelo maestro João Abrantes e conta ainda com uma escola de música com cerca de 30 alunos, na sua maioria com idades compreendidas entre os 5 e os 19 anos.
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A Associação de Socorros de Dois Portos (ASDP), Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) sem fins lucrativos, foi fundada em 2001, iniciando o seu processo de legalização de Transporte de Doentes/Socorrismo, com a Segurança Social e com o Instituto de Emergência Médica (INEM).
Em 2003, é apresentada à população a primeira ambulância adquirida pela Instituição. Também no decorrer deste ano, a ASDP alcança mais um objetivo, aderindo à Rede Social do Concelho de Torres Vedras, fazendo, assim, parte, de um conjunto de entidades que procuram respostas inovadoras com vista ao desenvolvimento social.
Consciente da necessidade de complementar a sua intervenção a nível de respostas sociais, a Associação de Socorros de Dois Portos, inaugura, em 2009, o Centro de Dia, situado na Buligueira e inicia o Serviço de Apoio Domiciliário (SAD), os quais servem utentes das freguesias de Dois Portos/Runa e de Carvoeira/Carmões.
O Centro de Dia tem capacidade para acolher 20 utentes e o Serviço de Apoio Domiciliário assegura o apoio a 30 famílias.
Em 2010, a Associação de Socorros de Dois Portos inaugurou a nova sede e as instalações do Transporte de Doentes/Socorrismo, no piso inferior do Centro Educativo de Dois Portos e desde então, não parou de crescer.
Para fazer face às crescentes necessidades dos utentes, foram criadas novas equipas, adquiriram-se novas viaturas e existe uma constante atualização a nível de formação profissional.
A Associação de Socorros de Dois Portos possui uma equipa empenhada em cuidar e respeitar o utente em toda a sua individualidade, acreditando que a qualidade de vida passa por promover a sua saúde física, cognitiva e emocional.
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A Associação Cultural, Recreativa e Desportiva da Bulegueira, localizada na freguesia de Dois Portos, no concelho de Torres Vedras, foi fundada em 26 de setembro de 1985. Desde então, tem sido um importante ponto de encontro e convívio para a comunidade, promovendo atividades culturais, recreativas e desportivas que fortalecem os laços entre moradores, sócios e amigos.
Todos os anos, a Associação celebra a sua festa anual no primeiro fim de semana de agosto, um evento já tradicional na região, que reúne música, gastronomia, animação e um espírito festivo muito próprio da Bulegueira. No dia 26 de setembro, assinala-se também o aniversário da coletividade, momento que é vivido com entusiasmo e marcado por iniciativas destinadas aos sócios e à população em geral.
Ao longo do ano, organizamos almoços convívio, festas temáticas e diversas atividades que promovem a união e o bem-estar de todos os participantes. A Associação orgulha-se de manter um ambiente familiar, acolhedor e aberto à comunidade.
Todos são bem-vindos à nossa coletividade, onde a tradição, o convívio e o espírito de entreajuda fazem parte da nossa identidade desde 1985.
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Associação Cultural, Recreativa e Desportiva do Furadouro, é uma instituição profundamente ligada à história, identidade e vida comunitária da nossa terra. As suas origens remontam ao antigo Clube Desportivo do Furadouro, criado em 1972, que marcou várias gerações através da prática do futebol, do convívio e de um forte espírito associativo. Foi a partir deste percurso que, em 1986, nasceu formalmente a ACRDF, que conta hoje com quarenta e três anos de atividade dedicada ao serviço da comunidade.
Ao longo da sua história, a associação acompanhou e apoiou diversas expressões culturais locais, entre elas o antigo rancho folclórico Os Rurais do Furadouro, que durante muitos anos ajudou a preservar e divulgar as tradições e vivências da nossa aldeia. Embora este grupo já não exista, permanece na memória coletiva como uma referência cultural importante.
A ACRD Furadouro destaca-se pelo seu espírito dinâmico, promovendo atividades para todas as idades. Para os mais novos, oferece ballet e teatro infantil, que estimulam a criatividade, a expressão artística e o envolvimento na comunidade. Na área da saúde e bem-estar, o projeto SaúdeOuro incentiva hábitos de vida saudáveis, enquanto o grupo de corrida Dolce Furadouro representa a associação em várias provas de corrida e trail, levando o nome da aldeia mais longe. Para os seniores, a atividade “Mexa-se para a Vida” promove o bem-estar físico, social e emocional, combatendo o sedentarismo e incentivando o convívio.
A dimensão cultural e recreativa da associação também se expressa de forma muito especial no Carnaval. O grupo carnavalesco ligado à ACRDF tem participado ativamente nas festividades do concelho, apresentando trabalhos criativos e conquistando já diversos prémios ao longo dos anos. Este envolvimento reforça o papel da associação como elemento dinamizador da cultura local.
A ACRD Furadouro assume ainda uma das suas mais importantes responsabilidades comunitárias, que é a organização dos festejos anuais em honra de Nossa Senhora da Guia, padroeira religiosa da comunidade. Estes festejos são um momento de devoção, tradição e encontro, reunindo moradores, famílias e antigos habitantes que regressam ao Furadouro para celebrar as suas raízes.
Com um percurso que une tradição, cultura, desporto e solidariedade, a ACRD Furadouro continua a afirmar se como um pilar essencial da nossa vida comunitária. Mantemos o compromisso de valorizar as pessoas, preservar a identidade local e promover o desenvolvimento cultural, social e desportivo da nossa terra, honrando o passado e trabalhando diariamente para construir um futuro ativo e participativo no Furadouro.